Resenha A GAROTA PERFEITA – Mary Kubica

Alrely 08/20/2018

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Oi gentee!!

Mais um dia, mais uma resenha, esse mês do livro “A Garota Perfeita” de Mary Kubica, publicado pela editora Planeta.

“Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juíz James Dennet de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida. Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à família da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investiações sobre o paradeiro de Mia. Escontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso. Quando a encontra, porém, a professora está em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante”.

Sobre o livro:

Pra começar, a sinopse é bem comum para livros de ficção policial, você pensa que tem um crime, e o detetive que IMG_20180703_214454048junta as peças do ‘quebra-cabeça’ para solucioná-lo, porém, está mais para um ‘jogo psicológico’ entre Mia e Colin. A história é alinear, ou seja, não segue uma cronologia exata, sempre destacando em seus capítulos o antes de Mia voltar para casa e o depois – o que me chamou bastante atenção; do ponto de vista de três personagens: Gabe (o detetive), Colin (o sequestrador) e Eve (a mãe de Mia).

Tudo se inicia com Eve recebendo um telefonema de uma colega de Mia, infomando que já faz uns dias que a moça falta ao trabalho, Mia não é disso, sempre foi muito dedicada aos seus alunos. A polícia é acionada, e as investigações se iniciam para descobrir o que aconteceu. O detetive Gabe, determinado a devolver Mia à sua família começa a organizar o fatos e lincar todos os pontos: a família, o apartamento da moça, o bar. A partir daí os fatos começam a se desenrolam, reconstituindo toda a história, usando sua experiência de vida e como detetive.

Observação: Sem spoiler!!!

Apesar de não ter uma ordem linear dos fatos, no final você entende tudo o que aconteceu, e porque de fato Mia volta para casa perturbada negando até seu próprio nome. Uma história de como decisões erradas podem ser redimidas, onde o amor pode curar qualquer ferida do passado! (é clichê, eu sei). Me recordei muito do livro Garota Exemplar, mas apesar de terem o mesmo gênero, são histórias completamente diferentes! Aos amantes de mistério/thriller, A Garota Perfeita é uma boa opção para sua estante.

“-Minha vida. O que eu faço. Você sabe que é ruim para você na primeira vez que experimenta. Cigarro. Maconha. Mas se convence de que está tudo bem que dá para lidar com aquilo. Um dia, apenas isso, só para ver como é. E então, de repente, você é tragado; não dá para sair, nem se quiser. Não foi porque eu precisava do dinheiro desesperadamente, embora precisasse dele, claro. Mas foi mais porque, se eu tentasse sair, seria morto. Alguém me pegaria, e eu acabaria na cadeia. Nunca houve a opção de dizer não”. (página 186)

Sobre a autora:

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Escritora contemporânea em ascensão. Bacharel em história e literatura americana pela Universidade de Miami (Ohio). Vive nos arredores de Chicago com o marido e os dois filhos e gosta de fotografia, de jardinagem e de cuidar de animais abandonados num abrigo local. O seu primeiro livro, Não Digas Nada, valeu uma nomeação para o Strand Magazine Critics Award como Melhor Romance de Estreia, e outra para o Goodreads Choice Award na categoria de novos autores de thriller e mistério de 2014.

 

 

 

 

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