Hotel Transilvânia 3- Férias Monstruosas – CRÍTICA

Alrely 07/23/2018

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Oii gentee!!

A convite do Cine System, fui conferir o novo filme do vampiro mais temido de todos os tempos: Hotel Transilvãnia 3 – Férias Monstruosas. Já sabemos que a esposa do Conde Drácula faleceu quando sua filha, Mavis, era apenas um bebê, e durante todos esses anos ele se dedicou em criá-la sozinho e cuidar de seu hotel – um refúgio para os monstros passarem suas férias tranquilamente.

Os anos foram se passando e todos estão felizes, com seus pares. Hoje, já vovô, Drac se sente solitário e vai atrás de um novo amor na internet, o que nao dá muito certo. Sobrecarregado de traballho, exausto, é surpreendido por um presente de sua filha: um cruzeiro de férias. De início, resistiu à ideia, pois era o mesmo que estar em seu hotel – só que na água, mas ele acaba se encantando pela capitã do navio: e rola o Tchan!

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Enferrujado, Drac não sabe mais como lidar com a situação, mas a capitã Erica acaba demonstrando uma certa reciprocidade, porém, o que ninguém sabe é que ela oculta um segredo referente à sua família, que pode acabar destruindo o coração do nosso querido Drácula.

Com o uso da história que atravessa século personagens como Van Helsing foram inseridos de modo a ter um lado mais para a comédia. A cidade de Atlântida também tem uma parte importante, fazendo parte do roteiro. E claro não podia faltar seus companheiros inseparáveis: a múmia, Frankstein, o lobisomen e o homem invisível, para fazer dessa aventura, mais uma história inesquecível.

“Quando rola o tchan não dá pra esconder
Porque se é o tchan é pra valer
O tchan no seu olhar me fez apaixonar
Essa vai ser nossa celebração
Você é meu tchan”

Vale muito à pena conferir o filme, para àqueles que são fãs de animação. Os filmes tem uma linha de tempo bastante coesa e evolutiva. Um detalhe que sempre me chama atenção são as “lições” que o filme passa, já que a grande maioria do público é infantil. E nesse, não podia ser diferente: Somos todos iguais! De forma simples, o diretor Genndy Tartakovsky, mostra que não importa se você é de cor verde, pele enrugada, tem membros a mais ou menos, monstros e humanos são todos iguais.

Nota: A estrutura do cinema superou minhas expectaticas. Com uma boa acústica e imagem, fui proporcionada de um extremo conforto ao assistir pela primeira vez numa sala do Cine System.

 

 

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