Batman e Arlequina: Pancadas e Risadas [Review]

Penelope Guimaraes 09/14/2017

 

Olá, pessoal! Se você é fã da DC, com certeza assistia as animações dos anos 90, inclusive a clássica Batman: A série Animada, que, até hoje, é uma das mais bem adaptadas. E para os fãs, temos uma ótima pedida: Batman e Arlequina: Pancadas e Risadas. Produzida e escrita pelo brilhante Bruce Timm (responsável pela maioria das animações da DC), a animação conta a história de Batman junto a seu antigo parceiro, Asa Noturna, tendo que impedir Hera Venenosa e Mestre das Plantas de transformar todo o mundo em híbridos de planta e humano, mas, para isso, vão precisar de uma ajuda bem inusitada: Dra. Harleen Quinzel, vulgo Arlequina.

 

Porém, não espere por um clima sombrio ou uma trama pesada. Diferente das animações atuais da DC, Batman e Arlequina tem aventura e muita risada, recheada de POW!

 

O longa é todo feito nos traços da série animada dos anos 90, desde os cenários aos personagens, e traz os atores originais de dublagem americana de Batman (Kevin Conroy) e Asa Noturna (Loren Lester), e a participação especial da atriz de The Big Bang Theory, Melissa Rauch (que interpreta Bernadete) no papel de Arlequina. Claro que os gráficos estão bem melhores (afinal, são mais de vinte anos…), tendo efeitos e movimentos dos personagens muito mais trabalhados. Além de ser carregada de referências da clássica série dos anos 60, estrelada pelo ilustre Adam West, como uma forma de homenagem.

 

 

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ALERTA DE SPOILER!!!

 

Apesar do título, o enredo é focado na divertida “anti-heroína”, que está tentando uma vida longe das fantasias e do crime. O roteiro não é muito complicado: parece um episódio da série animada, com uma duração maior e mais humor, sem mistérios ou grandes surpresas. A incorporação dos detalhes baseados na série dos anos 60 quebra o clima sério, com cenas cômicas e referencias sutis ao longo do filme, bem ao estilo Batman 66. Temos a aparição de um personagem icônico bem no finalzinho, mas não passa de apenas um desperdício e uma “enrolação”, já que ele não faz diferença alguma pro desfecho, parecendo que sua participação foi uma apelação. E no final, Arlequina é a grande “salvadora” com uma resolução, digamos, não tão digna da série animada. E não esqueça de ver o pós crédito! Uma referência aos loucos programas asiáticos de competições insanas.

 

Em suma, é uma boa história para divertir, entreter e homenagear. Porém, não esqueça que tem classificação doze anos, já que possui cenas de violência e insinuação sexual.

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